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Condessa de Melo

Condessa de Melo

22
Mai21

Participação em oficina

Rafaela da Silva Melo
Participação minha em oficina ministrada pelo Sejunta: "Utilize Estratégias de "Aprendizagem Baseada em Projetos (PBL) no Ensino Emergencial Remoto".
 
Para saber mais sobre o Ensino Emergencial Remoto há um artigo da Patricia Alejandra Behar, professora da Faculdade de Educação e dos programas de pós-graduação em Educação e em Informática na Educação, de título "Ensino Remoto Emergencial e a Educação a Distância".
 
O evento foi gratuito e com a duração de uma hora.
 

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22
Mai21

20 de maio: Dia do Pedagogo

Rafaela da Silva Melo
Em dezembro de 2015 eu concluí o meu curso de Licenciatura em Pedagogia na Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
 
Anos passaram desde formada, hoje eu tenho a honra de agradecer por mais um ano como uma Pedagoga Profissional.
 
A Pedagoga é a profissional que tem por função planejar, executar e coordenar tarefas do setor da educação.
 
Aproveito para comemorar esta data com todos os meus colegas do Brasil inteiro!
 

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19
Mai21

Career Development Forum 2021

Rafaela da Silva Melo

Temos o prazer de convidá-lo para o Fórum de Desenvolvimento de Carreira com a Powerful Presence Coach, Cheryl Thompson, na quarta-feira, 19 de maio, às 11h30, horário de Londres (BST).

Cheryl Thompson é a treinadora de presença poderosa para mulheres trabalhadoras que desejam liderar. Cheryl se especializou em capacitar mulheres que são ou passaram por "traumas no local de trabalho" para, mais uma vez e sem se desculpar, comandar qualquer espaço, começando por elas mesmas.

Discutiremos como alavancar relacionamentos, mostrar-se com confiança, administrar a procrastinação e o perfeccionismo e navegar na política do local de trabalho.

A Sister Sister Global Network é uma empresa social registrada que contribui para o empoderamento das mulheres e o equilíbrio de gênero por meio de programas de capacitação de liderança e aprimoramento de habilidades para mulheres de base comunitária.

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19
Mai21

Paço de Melo na lista de imóveis "abandonados"

Rafaela da Silva Melo
A produção audiovisual "Abandonados Portugal do Ar" listou um conjunto de imóveis e construções em Portugal chamadas por eles de "abandonadas". E muito me preocupou ver que o Paço de Melo figura nesta lista junto a outros imóveis e monumentos.
 
Preciso reiterar que o Paço de Melo não está abandonado. Ele faz parte do património da Freguesia de Melo, sendo um dos seus principais pontos turísticos.
 
Atualmente se fala em uma reconstrução completa do Paço.
 
E parabéns aos que fizeram esta produção!
 

 

19
Mai21

Sala dos Brasões do palácio Nacional de Sintra

Rafaela da Silva Melo
Em Portugal, D. Manoel 1º, o Venturoso, (1469-1521), 14º Rei de Portugal (1495-1521), foi quem ordenou que se organizasse em Portugal um núcleo heráldico para os escudos de armas das famílias nobres, (quase que simultaneamente ao Colégio Inglês de Armas fundado em 1484) que organizou/corrigiu e mandou registrar os Brasões. Foram qualificadas com destaque 72 famílias como as mais ilustres e importantes do Reino, tendo como diferencial honra, história e bens e os seus Brasões foram pintados no teto da Sala dos Brasões do palácio Nacional de Sintra (palácio da Vila).
 
Dentre os documentos antigos a seguinte relação das 72 famílias mais ilustres e importantes do Reino de Portugal, tendo como diferencial honra, história e bens
 
A - Armas do Rei D. Manuel I; B - Infante Dom Yoam; C - Infante Dom Luis; D - Infante Dom Fernando; E - Infante Dom Afonso; F - Infante Dom Enrique; G - Infante Dom Duarte; H - Infante Dona Isabel; I - Infante Dona Beatris; 42 - Aboim; 27 – Abreu; 71 - Aguiar; 23 - Albergaria; 14 - Albuquerque; 24 - Almada; 16 - Almeida > Brasão abaixo; 15 - Andrade; 66 - Arca; 4 - Ataíde; 25 - Azevedo; 58 - Barreto; 55 - Bethancourt, 72 - Borges; 28 - Brito; 35 - Cabral; 43 - Carvalho > Brasão Abaixo; 26 - Castelo-Branco; 3 - Castro; 7 - Castro (da Penha Verde); 63 - Cerveira; 59 - Coelho; 32 - Corte-Real; 45 - Costa; 2 - Coutinho; 8 - Cunha; 5 - Eça; 69 - Faria; 18 - Febos Monis; 61 - Ferreira; 53 - Gama; 65 - Góios; 56 - Góis; 68 - Gouveia; 21 - Henriques; 33 - Lemos; 19 - Lima; 49 - Lobato; 30 - Lobo; 40 - Malafaia; 17 - Manuel; 38 - Mascarenhas; 41 - Meira; 12 - Melo; 22 - Mendonça; 6 - Meneses; 36 - Miranda; 44 - Mota; 29 - Moura; 54 - Nogueira; 1 - Noronha; 47 - Pacheco; 10 - Pereira; 46 - Pessanha; 57 - Pestana; 64 - Pimentel, 67 - Pinto; 60 - Queiróz; 34 - Ribeiro; 31 – Sá; 39 - Sampaio; 62 - Sequeira; 52 - Serpa; 13 - Silva; 48 – Sotomaior; 9 - Sousa; 37 - Tavares; 20 - Távora; 50 - Teixeira; 51 - Valente; 11 - Vasconcelos; 70 - Vieira.
 

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10
Mai21

Isabel de Castela

Rafaela da Silva Melo
Isabel I (Madrigal de las Altas Torres, 22 de abril de 1451 – Medina del Campo, 26 de novembro de 1504), apelidada de "Isabel, a Católica", foi a Rainha de Castela e Leão de 1474 até sua morte, além de Rainha Consorte de Aragão a partir de 1479 e Imperatriz titular do Império Bizantino de 1502 até sua morte. Era filha do rei João II e sua esposa Isabel de Portugal.
 
Casou-se com o seu primo em segundo-grau, o príncipe Fernando de Aragão e, devido ao seu parentesco próximo, tiveram de pedir permissão ao Papa. No entanto, com a ajuda de Rodrigo Bórgia, o papa Sisto IV acabou por aceitar o casamento, uma vez que considerava a união conveniente para os interesses da Igreja. Isabel e o seu marido Fernando criaram as bases para a unificação política da Espanha através do seu neto, Carlos I, que se tornaria imperador do Sacro Império Romano.
 
Depois de uma luta para reclamar o seu direito ao trono, Isabel reorganizou o sistema de governo e da administração, centralizando competências ostentadas anteriormente pelos nobres; reformou o sistema de segurança dos cidadãos de tal forma que a taxa de criminalidade desceu drasticamente e levou a cabo uma reforma económica para reduzir a divida que o reino tinha herdado do seu meio-irmão e predecessor no trono, Henrique IV.
 
As suas reformas e as que realizou com o marido, tiveram grande influência mesmo fora das fronteiras dos seus reinos. Juntamente com o seu marido, Isabel participou na guerra de Granada através da qual conseguiram reconquistar terras muçulmanas, expulsando-os assim da Península Ibérica.
 
Posteriormente decretaram também a expulsão dos judeus da região através do Decreto de Alhambra. Por estas medidas, tanto Isabel como o seu marido foram reconhecidos pela Santa Sé como "defensores ou protectores da fé", recebendo o título de Reis Católicos.
 

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