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Condessa de Melo

Condessa de Melo

21
Out21

O Paço de Melo nos dias atuais

Rafaela da Silva Melo

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Quando vi o Paço de Melo pela primeira vez senti algo especial, um misto de alegria e tristeza. É como se aquela fosse familiar, é aquele sentimento que se trata de algo que conhecemos desde a nossa infância. O Paço de Melo é uma construção senhorial dos fundadores de Melo, que está datada dos séculos XIII/XIV, em razão do regresso do 1º senhor de Melo de Jerusalem. No século XIX durante as invasões de Portugal pelas tropas de Napoleão, o Paço de Melo serviu de refúgio e residência ao Bispo da Guarda.

A casa Senhorial dos Soares de Melo apesar do adiantado estado de ruínas em que se encontra mantém a sua imponência, é uma construção em L em torno de um pátio amuralhado do qual sai a escadaria de acesso ao andar nobre e à antiga capela da casa de Nossa Senhora da Paz, da qual apenas resta a cruz. Atualmente, os cuidados com o Paço são de inteira responsabilidade da Câmara Municipal de Gouveia, que pode receber alguma doação ou fazer parte de algum empreendimento. 

Em 2017, o Paço foi acometido por um incêndio que destruiu uma parte de suas ruínas. Na ocasião houve manifestação nas redes sociais e notícias na mídia. Em uma busca sobre a história mais recente do Paço de Melo, foram localizadas duas fotografias do Paço de Melo construído, uma delas nos anos 30 e outra nos anos 50, ambas mostrando a construção inteira. 

A construção datada de 1200, está em estado de ruínas, mas ainda recebe visitantes e turistas de vários lugares do Mundo. Em 2020,a produção audiovisual "Abandonados Portugal do Ar" listou um conjunto de imóveis e construções em Portugal chamadas por eles de "abandonadas", dentre estes o Paço de Melo figura nesta lista junto a outros imóveis e monumentos. Apesar de rotulado como “abandonado” ele faz parte do património da Freguesia de Melo, sendo um dos seus principais pontos turísticos.

10
Mai21

Sobre o Paço de Melo

Rafaela da Silva Melo
Sobre o Paço de Melo:
 
"O Paço deve ser reformado em minha opinião. O problema é que a reforma é cara e depende muito da boa vontade do Município de Gouveia que pode iniciar os trabalhos.
 
Vou me reiterar: o que chamo de reforma é um projeto audacioso de reconstrução de uma construção histórica de grande importância, o Paço de Melo. A planta já foi feita e se encontra no Museu de Melo. Agora é aguardar o resultado das mobilizações e começar a reconstrução.
 
A responsabilidade é do Município de Gouveia, mas ao se perguntar pela família Melo eu sempre posso me apresentar como uma representante.
 
Como já dito, eu apoio e aprovo uma reconstrução completa do Paço. A planta original está no Museu Etnográfico de Melo e no Município de Gouveia também há a planta do Paço e muitos estudos. Como representante da família, só me resta esperar que a reconstrução comece, antes que tudo desapareça."
 

Fotos recente de Melo.jpeg

Fotos recentes de Melo.jpeg

 

 

02
Dez20

Livro: Countess in the art by Rafaela, Comtesse de Valois

Rafaela da Silva Melo

Saudações,

Neste livro escolhi alguns portrait de Condessas que conheci ou aprendi sobre elas para compor este livro-folder, de minha própria autoria e gosto.

Nos portraits suas vidas são relembradas e muitas são as inspirações sobre elas e para elas. Ser retratada é algo muito especial e deixar isto para a eternidade é ainda melhor.

Compartilho aqui este livro.

Countess in the art (2).png

Cópia de Countess in the art (2).png

"Countess in the art: a selection of portraits"  por Rafaela, Comtesse de Valois (2020).

21
Set20

O Castelo de Montemor-o-Velho

Rafaela da Silva Melo

Saudações,

Hoje vou contar a história de um dos castelos mais antigos do Mundo: O Castelo de Montemor-o-Velho, localizado na Vila de Montemor-o-Velho, em Coimbra, Portugal. É bem fácil chegar lá, subindo de trem partindo de Lisboa. O percurso é muito inspirador e realista e não custa tão caro. De carro, as rotas são distintas, todas chegam até o destino.

Em posição dominante sobre a vila, na margem direita do rio Mondego, à época junto à sua foz, no contexto da Reconquista cristã da Península Ibérica, constituiu-se em um ponto estratégico na defesa da linha fronteiriça do baixo Mondego, em particular da região de Coimbra. Foi, por essa razão, a principal fortificação da região, à época.

Os Condes de Portalegre descendiam dos Silvas da era medieval, uma das mais velhas linhagens portuguesas, presentes na corte já nos séculos XII e XIII, e supostamente descendentes dos velhos reis de Leão, razão porque as armas dos Silvas apresentam o leão púrpura do reino de Leão. As origens semi-lendárias dos Silvas foram descritas já em meados do século XIV no Livro de Linhagens do Conde D. Pedro, quando a figura mais importante da linhagem era Aires Gomes da Silva, o Velho, alcaide de Santarém. Membros da linhagem estiveram presentes por exemplo na Batalha de Aljubarrota em 1385, e depois na epopeia portuguesa em Marrocos nas conquistas de Ceuta (1415), Arzila (1471) e Azamor (1513).

Em junho 2020, o Castelo foi reaberto ao público, que ao visitá-lo pode conhecer o interior do Castelo e receber publicações gratuitas, uma delas enviada por mim, D. Rafaela da Silva, 5ª condessa de Portalegre, em parceria com a National Geographic Magazine.

Sendo a atual Condessa de Portalegre estou a planejar uma visita ao Castelo e a Vila de Montemor-o-Velho nos próximos anos. Será algo muito especial para mim! 

Em anexo uma fotografia recente do Castelo Montemor-o-Velho:

Montemor-o-Velho_Castelo_256.jpg

 

13
Set20

Novidades: atualização na relação dos senhores e senhoras de Melo

Rafaela da Silva Melo

Saudações,

É com muita alegria que fui anunciada oficialmente a 21ª senhora de Melo. Conforme a lista em anexo publicada recentemente, que consta alguns dos mais notáveis senhores e senhoras de Melo de Portugal.

O título de Dona abreviação (D.) é uma herança deixada a mim pela D. Maria da Silva Melo, esposa de Estevão Soares de Melo, 6º senhor de Melo. E deste herdei o título de senhora de Melo e condessa de Melo. 

Atualmente sou a chefe da Casa de Melo em Portugal e na Espanha.

A Casa de Melo de Portugal, ou Portugal de Melo, é uma casa nobre espanhola originária da Coroa de Portugal (do ramo menor dos Duques de Bragança).

Os membros da nossa casa descendem de Constantino de Braganza, vice-rei da Índia, e por sua vez, do General Álvaro de Portugal y Braganza, que foi Chanceler, Secretário da Justiça de Portugal, e oficial da Coroa Espanhola (filho de Fernando I e Felipa de Melo de Villena e Menezes, dona da casa de Olivença, filha e única herdeira de Rodrigo de Melo).

Desta família procedem os Duques de Cadaval, com o Barão da Casa de Bragança, Marqueses de Ferreira, Condes de Olivença e Condes de Tetúgal em Portugal; e na Espanha, os Marqueses de Vellisca, o Marquês de Tordelaguna, os Condes de Gelves e os Condes de Asumar.

Como anunciado, segue a lista de senhores de Melo atualizada em Portugal. 

Referências bibliográficas: 

150px-Armas_duques_ficalho.png

Brasão de Armas da Casa dos Olivenças. O brasão original é de ouro ou composto pelas cores amarela, vermelha e cinza, possuí seis entradas com um circulo alto-relevo em cada uma delas. 

 

 

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